segunda-feira, 30 de março de 2015

Abasteça seu carro com garrafas PET e sacolas plásticas!


Que tal, ao invés de jogar no lixo as garrafas PET e sacolas plásticas que consome, utilizá-las como matéria-prima para a locomoção do seu carro? A ideia foi do japonês Akinori Ito, que não perdeu tempo para colocá-la em prática: com a ajuda da empresa onde trabalha, a Blest, o asiático inventou uma máquina que transforma plástico em gasolinadiesel e, até mesmo, querosene.
Como? Pura química: os objetos plásticos devem ser jogados, limpos, dentro da máquina, que aquece o material até ele se dissolver e, posteriormente, virar gás. Em seguida, esse gás é encaminhado para um “apêndice” da máquina, que possui água, e é do encontro desses dois materiais que se forma um óleo refinado, capaz de ser usado como combustível veicular.
Segundo Akinori, durante o processo, a máquina não queima o plástico – o que poderia resultar na emissão de um bocado de poluentes nocivos ao meio ambiente e à saúde dos seres vivos – e, sim, o converte a um novo estado físico, utilizando, apenas, calor e eletricidade.

Por enquanto, o aparelho – que, com 1 kg de plástico é capaz de produzir um litro de combustível – está sendo utilizado para apresentações em escolas e eventos ambientais, com a intenção de alertar as pessoas sobre o potencial do lixo que costumamos descartar sem muita cerimônia. Mas a comercialização em grande escala está nos planos da Blest.
Vale lembrar, no entanto, que a invenção japonesa não é perfeita: afinal, a máquina pode resolver o problema do lixo plástico, mas não o da poluição causada pela queima de combustível fóssil. Ainda assim, você acha que a inovação é válida?

Pescadores vão coletar lixo plástico no mar

Certamente, você sabe que a maior parte das embalagens plásticas que jogamos no lixo vão parar no mar.
 A situação é caótica, sem dúvida, e agrava as condições dos oceanos que já sofrem com o aquecimento global e a poluição provocada por elementos tóxicos jogados no mar por navios e barcos ou pela extração de petróleo.



Por conta disso, a União Européia lançou um projeto inovador para resolver o problema da poluição dos oceanos por plásticos e que pode ajudar a evitar o “desemprego” dos pescadores. E é na cidade de Fiskardo, na Grécia, que ele será testado. Lá, além de pescar peixes – seguindo a nova lei, claro! Os pescadores vão recolher dejetos plásticos que serão encaminhados para reciclagem.

Inicialmente, o projeto será patrocinado pelos países membros da UE, mas a ideia é que esse trabalho se torne, com o tempo, auto-sustentável, ou seja, que todos os pescadores envolvidos passem a vender diretamente o material recolhido para reciclagem.
Realmente, uma ótima ideia que poderá ser replicada pelo mundo. Mas dar a esses pescadores uma nova fonte de renda com base na limpeza dos oceanos é apenas um paliativo para um problema tão grave, que se alastra a cada dia. O que está claro é que a gente tem que mudar hábitos e reduzir o consumo de plásticos de qualquer natureza no dia a dia, inclusive das famigeradas sacolinhas.

sexta-feira, 15 de março de 2013

A GEOENVI executou em janeiro de 2013 a etapa de campo da investigação geofísica para o parque eólico Campo dos Ventos, entre os municípios de Parazinho e João Câmara no Rio Grande do Norte.
O objetivo foi mapear e analisar as condições da rocha calcária em subsuperfície.
Conjuntamente com uma campanha de sondagens rotativas, a geofísica serve como importante fonte de informação para os projetos geotécnicos e de fundações dos aerogeradores.

Um dos problemas enfrentados pelos técnicos de campo foi o forte calor da região e a seca.

Os resultados tem se mostrado muito bons, demonstrando que a geofísica de eletrorresistividade é muito importante para a detecção de cavidades em subsuperfície.





segunda-feira, 19 de novembro de 2012

A equipe de geofísica da GeoEnvi, em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina, tem feito um trabalho de monitoramento nas áreas de deslizamento do complexo do Morro do Baú, na região de Gaspar e Ilhota.




 Esse trabalho visa mapear as áreas que ainda estariam suscetíveis a deslizamentos e assim criar um mapa de risco da região. 




Estão sendo feitos Caminhamentos Elétricos nas áreas onde ocorreram os deslizamentos. 



sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Palestra SEGESC

A Universidade Federal de Santa Catarina sedia de 12 a 15 de setembro a Semana de Estudos Geológicos de Santa Catarina (SEGESC).


O evento conta com a presença de diversos profissionais da Geologia, ministrando palestras e também alguns mini cursos.

A GeoEnvi além de patrocinadora do evento, ministrou no dia 13 de setembro uma palestra, através  da geóloga da empresa GERMAINE ALINE BERNHARDT, com o tema "O Papel do Geólogo nas Obras de Barragens".





terça-feira, 28 de agosto de 2012

Levantamento Geofísico Ibema (Unidade Turvo)

Foi realizado no último mês de julho, levantamento geofísico por eletrorresistividade, nas dependências da empresa Ibema, unidade de Turvo no estado do Paraná.



Foram efetuadas 04 Sondagens Elétricas Verticais (SEVs), sondagens essas afim de mapear a espessura de solo na área de estudo para ampliação da usina hidroelétrica já existente no local.



Este já é o segundo trabalho com mesma finalidade contratado pela empresa, sendo o que a primeira área, investigada, no ano de 2010, já está em fase de início de construção, confirmando assim a qualidade de trabalho prestado pela GeoEnvi, e firmando também uma parceria de sucesso com mais essa gigante do cenário brasileiro.

O maior evento geocientífico do planeta


Foi realizado até o dia 10 de agosto, em Brisbane, Austrália, a 34ª edição do Congresso Internacional de Geologia, maior evento geocientífico do planeta, que conta com o apoio da União Internacional de Ciências Geológicas (IUGS), da Unesco e de dezenas de instituições da área distribuídas por todo o mundo.
Criado em 1879, o IGC- International Geological Congress, como é conhecido, é também o mais antigo evento das geociências, precedendo à criação da própria IUGS, já tendo sido realizado em todos os continentes, em média a cada quatro anos, inclusive na cidade do Rio de Janeiro, no ano 2000, pela primeira vez na América do Sul, graças, em grande parte, ao prestígio internacional do professor Umberto Cordani, da USP, que havia sido presidente da IUGS.
O IGC do Rio de Janeiro trouxe prestígio ao Brasil no campo do conhecimento geológico do País e do continente sul-americano, na medida em que foi organizado na forma de consórcio com todos os países da região, que contribuíram não só com o evento diretamente, através da realização de Simpósios Gerais e Específicos, Conferências, Mesas-Redondas, Cursos, como na elaboração do livro "Tectonic Evolution of South America", editado por Cordani, Edison Milani, Antonio Thomaz Filho e Diógenes de Almeida Campos. Essa obra, dedicada a um dos pilares de Geologia brasileira - Fernando Flávio Marques de Almeida - é, até hoje, referência na geologia/geotectônica da América do Sul.
O Congresso do Rio não foi o maior de todos, mas foi o pioneiro na utilização da internet e um dos primeiros no uso de cartões de crédito para as inscrições, tendo atraído cerca de 4.500 participantes de todo o mundo, entre geólogos, engenheiros de minas, e estudantes que contaram com o apoio do Programa Geohost, dedicado a jovens geólogos.
A Austrália volta a sediar o IGC após 36 anos (1976 - Sidney) e oferecerá, além do moderno Centro de Convenções de Brisbane e a magnífica hospitalidade dessa cidade, um Programa Científico baseado em 37 temas sob o Tema Geral do Congresso -Unearthig our Past and Future - Resourcing Tomorrow - distribuídos em Sessões Plenárias, Simpósios, Workshops, Cursos de Curta Duração e Excursões (pré, durante e pós Congresso). Como sempre acontece nos IGCs, Associações e Sociedades geocientíficas internacionais farão suas reuniões em dias específicos e, entre os 37 temas abrangidos nas apresentações/discussões, destacam-se: Geoscience for Society, Climate Change: Lessons from the Past; Implications for the Future, Geoscinece Benefiting Low Income Countries, Environmental Geoscience, Energy in a Carbon Constrained World, A Dynamic Earth, Evolution of the Biosphere, Groundwater/Hydrogeology, Geohazards, além dos temas geológicos clássicos, como Bacias Sedimentares, Depósitos Minerais, Geologia de Períodos Geológicos Diversos, Petróleo e Bacias Sedimentares etc.
Essa tendência em promover discussões sobre os problemas que mais afetam diretamente a sociedade, iniciada no Congresso do Rio de 2000, quando foi lançada a ideia de se apresentar à ONU a proposta de proclamação de um Ano Internacional do Planeta Terra (aprovado para o triênio 2007-2009, com ênfase em 2008), foi sendo consolidada nos IGCs de 2004 (Florença, Itália) e 2008 (Oslo, Noruega) e deverá se fortalecer nos próximos Congressos Internacionais de Geologia, demonstrando que a geodiversidade é tão importante quanto a biodiversidade, hoje tão em voga nas discussões, publicações e eventos científicos organizados por pesquisadores e até mesmo agentes da política governamental.
Na verdade, os geocientistas do mundo todo estão reconhecendo que o desenvolvimento do conhecimento geocientífico com o "olhar para a sociedade" é fundamental para o aproveitamento dos recursos naturais e o desenvolvimento sustentado de qualquer nação, e que seu papel, como profissionais, tem uma responsabilidade muito maior do que a sociedade estima e os próprios profissionais da área reconhecem.
Para mais detalhes sobre o 34º Congresso Internacional de Geologia acesse: www.34igc.org. Além de cangurus, a Austrália tem uma geologia fantástica, muito semelhante à do Brasil, com imensos depósitos minerais, uma paisagem fascinante, cidades moderníssimas, com destaque para Sidney, Brisbane, Perth e Hobart, um povo extremamente simpático e a vontade de acolher com carinho os visitantes, sejam eles geólogos e seus acompanhantes ou não. A consulta à página acima indicada poderá influenciar em sua participação no 34º IGC: uma aventura geológica no país dos Cangurus.