segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs)


Quando se pensa em energia hidráulica, gerada da força das águas, é comum imaginarmos grandes hidrelétricas, como Itaipu, Paulo Afonso e Tucuruí. Mas o que talvez muita gente não saiba é que outros empreendimentos também importantes são as chamadas pequenas centrais hidrelétricas, conhecidas pela sigla PCHs.

Essas usinas, como o nome sugere, têm como características básicas a capacidade máxima de produção de energia superior a 1 MW e igual ou inferior a 30 MW e um reservatório com área de até 3 km2. Para ter uma ideia do que isso significa, Itaipu tem uma potência instalada de 14 mil MW e seu lago ocupa 1.350 km2.
Construídas principalmente em rios de pequeno e médio portes, as PCHs são fontes complementares de geração de energia renováveis. Além disso, causam pouco impacto no meio ambiente, são isentas do pagamento pelo uso dos recursos hídricos e contam com descontos na utilização dos sistemas de transmissão e distribuição de energia.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Levantamento de Niveis de Ruídos U.T.E Trombudo

 
Foram efetuados no dia 26 último, levantamentos de níveis de ruídos na área de implantação da Usina Termelétrica Trombudo (U.T.E.),em Trombudo Central, no Alto Vale do Itajaí. Foram efetuados levantamentos diurnos e noturnos.

Levantamentos esses que devem ser anexados ao Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-RIMA).


terça-feira, 2 de agosto de 2011

Empresa Brasileira faz chuva artificial com avião bimotor


Tecnologia para provocar chuva artificialmente, desenvolvida por um grupo de brasileiros, pode ser a solução para aliviar os períodos de forte seca no semiárido brasileiro e contribuir no combate à desertificação.
A produção de chuvas artificiais se dá com o lançamento de gotas de água em nuvens que concentram alta umidade a partir de um avião bimotor equipado com um tanque de 300 litros e um mecanismo que controla o tamanho das gotículas dispersadas.

Em 1998, quando o projeto começou a sair do papel, a técnica foi implementada pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), que contratou a empresa Modclima para provocar chuvas artificiais na cabeceira dos sistemas Cantareira e Alto Tietê, responsáveis pelo abastecimento de 18 milhões de pessoas na Grande São Paulo. Foram mais de 500 voos, com ocorrências positivas de chuva em 50% deles.
O processo foi desenvolvido para ajudar a sanar problemas em sistemas de abastecimento de água em áreas urbanizadas, alimentar nascentes de rios em regiões de forte seca e para prevenir incêndios florestais em reservas e parques nacionais.
As chuvas também foram empregadas no Nordeste a pedido de prefeituras da Bahia. Os municípios de Mirorós e Gentio do Ouro, localizados no semiárido brasileiro, sofriam com a seca intensa entre 2008 e 2009 e com a redução do nível da represa que abastecia esta região.
O principal projeto da Modclima é contribuir com o Ministério do Meio Ambiente no combate às secas e queimadas em florestas e biomas como o Cerrado e Amazônia. “A chuva umedece o solo e a vegetação antes do período de estiagem, reduzindo os efeitos. Segundo estudo da Agência Nacional de Águas, 93 cidades brasileiras sofreram com fortes secas em 2010 e outros 490 municípios tiveram graves períodos de estiagem.
A técnica foi apresentada em 2010 na Convenção de Combate à Desertificação das Nações Unidas (UNCCD), realizada na Alemanha e o método brasileiro de realizar de chuvas artificiais foi considerado não poluente em ações contra a desertificação 

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Palais National Haiti




 Esse palácio parece não querer ficar em pé. Destruído por uma rebelião em 1869, depois por uma explosão em 1912 e em 2010 pelo terremoto. Melhor fica como está, como ponto turístico. Aliás tirar essas fotos foi muito tenso, pois este local é considerado área vermelha pela força de paz da ONU, o que significa perigo.

sábado, 23 de julho de 2011

TAP TAP HAITIANO




Em Porto Príncipe, pedestres e motos dividem as calçadas e ruas, a maioria sem pavimentação enquanto os carros e caminhões disputam espaço para conseguir avançar de qualquer jeito. A buzina é que mais se escuta nestas ruas barulhentas, motos tem buzinas de carro, carros buzinas de caminhão e os caminhões, os “Macks”, bem, é melhor sair da frente deles.
Neste trânsito caótico, onde só os haitianos se entendem, sem se importar com as constantes buzinadas, se destacam os “Tap Taps” que fazem o transporte mais utilizado pelo povo. Os Tap Taps são camionetes, Toyota na maioria, transformadas em transporte coletivo, carregando até 20 passageiros por vez. São coloridos, pintados com temas religiosos ou de astros do esporte.
Aparentemente não há controle sobre os Tap Taps. Se um haitiano tem dinheiro para comprar uma Toyota velha, pintar a caçamba e transformar num Tap Tap, bem ele sai transportando gente. Como tudo no Haiti, mesmo sem controle do governo, os haitianos se entendem e a vida acontece.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Valeu Bon Bagai!!!!

Bon bagai significa "gente boa" em creole. Nosso colega Diogo foi um verdadeiro bon bagai essa semana no interior de Mirebalais, no Haiti.
Abordado por um grupo de crianças, puxou logo a conversa, misturando crioule, francês e português, rapidinho descobriu o que elas mais queriam: “Le ballon bon bagai!”
Prometeu que iria trazer o le ballon no outro dia para felicidade da criançada que saiu gritando pelo campo: Je suis Robinho, Je suis Ronaldô.
No outro dia já com a encomenda, voltamos ao local de trabalho e estavam lá as crianças procurando o Bon Bagai que tinha prometido le ballon. Poucas vezes a equipe viu tamanha alegria de um grupo de crianças em ganhar essa bola dos Bon Bagai. Era tanto cuidado que foi difícil convencê-los a “bater uma bolinha”. Sujar a Bola não estava muito nos planos deles e a cada tentativa nossa de chutar a bola, um deles já corria com a bola no rio pra limpá-la e deixar novinha como chegou.

Depois de muito insistir e uma pitada de organização do Alexandre, os times estavam montados e o jogo começou, tanta alegria que fica difícil comentar. Crianças fazendo o que é difícil de ver por essas bandas: brincando, Jogando bola, fazendo gol.
Infelizmente, por conta da divisão de trabalho e planejamento de campo, nosso amigo Diogo não pode estar lá para ver toda diferença que ele causou nessa pequena comunidade de Mirebalais.
VALEU BON BAGAI........



segunda-feira, 4 de julho de 2011