sexta-feira, 6 de maio de 2011

Copo comestível pode substituir descartaveis

Copo descartável, que gera lixo e demora centenas de anos para se decompor, ou copo de vidro, que constantemente precisa ser lavado com água e detergente? Em meio às discussões sobre a forma mais sustentável de consumir líquidos, o escritório de design norte-americano The Way We See The World* desenvolveu um copo que pode, finalmente, encerrar esse debate: o Jelloware.

Feito de ágar-ágar, um tipo especial de gelatina de algas, o copo é comestível e, por isso, resolve todos os problemas relacionados à produção de lixo, desperdício de água e poluição, debatidos no consumo dos demais tipos de copo.

Coloridos e maleáveis, os Jellowares são fabricados em três versões – limão e manjericão, gengibre e hortelã e alecrim e beterraba –, dando ao consumidor a chance de escolher o sabor que melhor combina com a sua bebida.

O produto só requer dois cuidados: se não for consumido imediatamente, ele deve ser guardado na geladeira, ao invés do bom e velho armário de louças, e a sua ingestão deve ser controlada. Isso porque, segundo os fabricantes, comer mais do que três Jellowares por dia pode trazer prejuízos à saúde, já que o ágar-ágar possui propriedades laxativas.

Mas quem não quiser correr o risco de passar o resto do dia no banheiro ou estiver de regime, não precisa comer o copo: o Jelloware é biodegradável e, por isso, segundo os fabricantes, pode ser enterrado em qualquer área verde, que se transformará em adubo para as plantas. Boa ideia ou não? 

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Manter uma floresta em pé é um bom negócio....... "Na China"...

Hoje, manter uma floresta em pé é negócio da China. Em uma área estratégica perto do rio Yang Tsé, o governo chinês paga US$ 450 aos fazendeiros por hectare reflorestado. O objetivo é conter as enchentes que alteram o fluxo de água do rio. Equilíbrio ecológico, manutenção do ecossistema, mais espécies preservadas, esses são os objetivos do Partido Comunista Chinês? Não. 

Trata-se de um investimento. O reflorestamento mantém o curso do rio estável e as árvores, sozinhas, aumentam a quantidade de chuva - as plantas liberam vapor d’água durante a fotossíntese. Resultado: mais água no Yang Tsé. O que isso tem a ver com dinheiro? A água alimenta turbinas das hidrelétricas distribuídas pelo rio - inclusive a mega usina de Três Gargantas, 50% maior que Itaipu, que abriu as comportas em 2008. 

Investindo em reflorestamento, os chineses agem de forma pragmática. Pagar fazendeiros = mais árvores. Mais árvores = mais água no rio. Mais água = mais energia elétrica barata (ainda mais no país que inaugura duas usinas a carvão por semana para dar conta de crescer como cresce). Mais energia barata, mais produção para a economia - e dinheiro para pagar os reflorestadores. O final dessa equação é surreal para os padrões brasileiros. A China, nação que mais polui e que mais consome matéria-prima, tem índice de desmatamento zero. Abaixo de zero, até: eles plantam mais árvores do que derrubam.

Não é só lá que as árvores valem dinheiro. No país que melhor preserva sua floresta tropical acontece a mesma coisa. É a Costa Rica. Os donos de terras de lá são pagos para manter áreas de floresta intactas. Parte do dinheiro vem de uma companhia hidrelétrica interessada em manter os rios que usa fluindo.

Florestas, hidrelétricas... Só esses dois pontos já deixam claro que o Brasil tem algo a aprender. O berço da maior usina hidrelétrica inteiramente brasileira (e 3ª do mundo) fica em plena Floresta Amazônica. É Belo Monte, no rio Xingu, a 40 quilômetros da cidade de Altamira, no Pará. 

A partir de 2015, ela vai servir 26 milhões de habitantes. O dado mais célebre dela é outro: os 512 km2 de floresta inundada por suas barragens. É a área de uma cidade média, toda debaixo d’água.

Mesmo assim, a usina pode fazer mais bem do que mal para a mata. Pelo menos nas próximas décadas. Se seguirmos a lógica da China e da Costa Rica, faz sentido que Belo Monte pague algo pela manutenção da floresta, já que sem ela não tem chuva o bastante, e sem chuva o bastante não tem energia. 

Claro que, se ficar só na conversa, nunca vai acontecer nada. Mas um grupo de cientistas americanos deu um passo importante. Criaram um software que busca calcular com alguma precisão quanto uma área desmatada ou reflorestada pode gerar em lucros (ou prejuízos) para a economia de uma região. O nome do programa é engenhoso: INVEST (Valoração Integrada de Serviços e Compensações do Ecossistema). E ele já saiu do mundo das ideias: é o software que a China usa para gerenciar o retorno de seu reflorestamento.

Um dia a gente chega lá... afinal;
Somos Brasileiros...

terça-feira, 26 de abril de 2011

ENTENDA O NOVO CÓDIGO FLORESTAL

http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/04/entenda-os-principais-pontos-do-projeto-do-novo-codigo-florestal.html

CIDADE DO MATO GROSSO DEIXA A LISTA DE MAIORES DESMATADORES DA AMAZÕNIA.

Querência, no nordeste do Mato Grosso, foi tirada da lista de municípios que mais desmatam a Amazônia. A medida foi publicada nesta segunda-feira (25) no Diário Oficial.


Agora Querência passa a ser considerada área com desmatamento monitorado e sob controle, junto com Paragominas (PA), que foi o primeiro a alcançar o status.
Segundo o Ministério do Meio Ambiente, Querência deverá receber incentivos econômicos e fiscais, programas e projetos voltados para seu desenvolvimento sustentável.
O próximo município a deixar essa lista pode ser Alta Floresta (MT), para isso precisa atingir o número de 80% de sua área com Cadastramento Ambiental Rural na Secretaria do Meio Ambiente do Mato Grosso.
Que esse seja apenas mais um de muitos que virão....

terça-feira, 22 de março de 2011

Curso de Atendimento Pré Hospitalar (Primeiros Socorros )

A equipe Geoenvi de geofísica participou nos dias 14 à 21 de março de um curso de Atendimento Pré Hospitalar, popular primeiros socorros, ministrado pelo instrutor Marcos Lima, na sede da Cruz Vermelha em Florianópolis.
A equipe conta agora com a carteira de socorrista emitida pela Cruz Vermelha Brasileira e, está pronta para eventuais emergência que venham a ocorrer durante as atividades de campo e no dia a dia.



terça-feira, 1 de março de 2011

O que é Geofísica

     Geofísica é o estudo da Terra usando medidas físicas tomadas na sua superfície. Nem sempre é fácil estabelecer uma fronteira entre Geologia e Geofísica. A diferença fica, primariamente, no tipo de dados com os quais se manipula.
     A Geologia envolve o estudo da Terra através de observações diretas de rochas que estão expostas na superfície ou de amostras retiradas de poços perfurados com esta finalidade e a conseqüente dedução de sua estrutura, composição e história geológica pela análise de tais observações.
     A Geofísica, por outro lado, envolve o estudo daquelas partes profundas da Terra que não podemos ver através de observações diretas, medindo suas propriedades físicas com instrumentos sofisticados e apropriados, geralmente colocados na superfície. Também inclui a interpretação dessas medidas para se obter informações úteis sobre a estrutura e sobre a composição daquelas zonas inacessíveis de grandes profundidades.
   
     De uma maneira geral, a Geofísica fornece as ferramentas para o estudo da estrutura e composição do interior da Terra. Quase tudo o que conhecemos sobre a Terra, abaixo de limitadas profundidades que os poços e as minas subterrâneas atingem, provém de observações geofísicas. A existência e as propriedades da crosta terrestre, do manto e do núcleo foram basicamente determinadas através de observações das ondas sísmicas geradas por terremotos , assim como por medições das propriedades gravitacionais, magnéticas e térmicas da Terra.
     Muitas das ferramentas e técnicas desenvolvidas para tais estudos têm sido usadas na exploração de hidrocarbonetos e de minérios. Ao mesmo tempo, os métodos geofísicos usados nas aplicações de prospecção têm sido aplicados em pesquisas mais acadêmicas sobre a natureza do interior da Terra. 

U.H.E. ESPERANÇA


GEOENVI  realizou nos dias 23 e 24 de fevereiro, levantamento geofísico na área a ser implantada a 
U.E.H. Esperança, no município de Coronel Freitas, no oeste Catarinense.